Como início das postagens nesse espaço, quero incitar uma reflexão sobre a ideia de história que temos hoje. Uma das primeiras observações que se faz ao pensar sobre história é a de que ela é o conhecimento do passado. Portanto, a tarefa dos historiadores seria o de recolher, identificar e portanto, tornar público aquilo que já se viveu. Afinal, o passado é um traço característico da nossa identidade humana. Pensar história nesse sentido é compreendê-la como uma disciplina sem utilidade, já que "do que me interessa estudar o passado se já passou?", frase corriqueira na boca de muitos alunos. Por outro lado, e não menos problemático, é a ideia de curiosidade. "História é muito interessante", "adoro história", vindo em seguida a obeservação: "adorei o filme 300 de Esparta porque retrata bem como era". Logo, a história é odiada pela falta de presentismo (sem utilidade para o cotidiano) ou é uma disciplina que serve somente para entreter (portanto sem finalidade também).
Ensinar história é, sobretudo, uma trabalho difícil, pois requer que o aluno consiga indentificá-la como útil para a sua vida, assim como a matemática e o português. Mas como fazer isso?
Espaço criado com a finalidade de construir reflexões sobre o saber histórico.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
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